18/04/2018

[Quotes] Grandes frases

Olá, livreiras e livreiros! Hoje viemos trazer para vocês algumas das melhores frases do livro "Grandes frases" (resenha), que é composto por 365 frases, uma para cada dia do ano. Vamos conferir!

"De uma hora para outra tudo pode mudar. A vida é assim."

"Esquecer o passado não significa esquecer as pessoas que amamos. No entanto, esquecer coisas desagradáveis, enganos e situações que não podemos modificar é necessário."

"Há coisas que acontecem da surpresa em nossa vida e nos deixam tristes. Quando a vida tira alguma coisa de você, ela está lhe preparando algo melhor."

"Jogue fora o orgulho, que só tem atrapalhado; a inveja, porque você é capaz de fazer igual ou melhor; o ciúme, porque você é tão bom que, se alguém não acreditar nisso, é porque não merece sua amizade. E cultive a alegria."

"Às vezes pedimos uma coisa e a vida dá outra, porque não era o melhor para nós naquele momento."

"Lembre-se: em cada caminho uma luz, em cada porta uma chave, em cada momento uma necessidade. Se não sabe como encontrar o que precisa, fique atento aos sinais que a vida lhe dá e siga em frente."

"É bom conviver com os que amamos, mas como isso não é mais possível, vale a pena tentar ser feliz de outra forma."

"Não adianta fugir dos problemas porque enquanto não os enfrentar eles continuarão em seu caminho."

"Ninguém é tão sábio que não precise aprender um pouco mais."

"Não espere nada dos outros, porque, na vida, você só pode contar com você mesmo."

"Nós todos estamos aqui para aprender. Erros acontecem. É errando vamos aprender cada vez mais."

"É inútil querer mais de alguém que não tem para dar."

"Nós não temos como mudar os outros, mas podemos escolher não entrar na maldade deles."

Beijos e até a próxima postagem!

16/04/2018

[Resenha] Eu amo New York (eu amo #1) | Lindsey Kelk

Eu amo New York

Autor(a): Lindsey Kelk
Editora: Fundamento
Páginas: 292
Resenha por: Larissa
Avaliação: 4/5
Compre: Americanas / Editora

*Livro cedido pela editora para resenha


Sinopse: Será que fugir do ex-noivo rumo ao destino mais vibrante e inesquecível do planeta pode ser o suficiente para curar um coração partido? Para Angela Clark, a inglesa mais indecisa do mundo... sim!

Com um pouco mais do que um par de sapatos Louboutin e seu passaporte, é New York – a cidade onde a vida pulsa de verdade – que Angela escolhe como seu destino de aventuras. E lá encontrará a ajuda da pessoa mais antenada da cidade, Jenny, sua nova melhor amiga.

Indecisa entre dois homens ma-ra-vi-lho-sos, tentada pelas vitrines das lojas mais famosas do mundo e com medo de ter que voltar para Londres, Angela terá que tomar muitas decisões. E o mais importante: ela relata essas experiências para os leitores do blog de uma revista famosa!

Hummm... será que isso vai dar certo?! E será que Angela vai querer chamar NY de "casa" para sempre?

E você? Depois de uma temporada em NY, não iria querer chamar essa cidade fabulosa de "casa" também?

Resenha: Após flagrar seu noivo com outra mulher no banco de trás do carro deles no estacionamento da festa de casamento de sua melhor amiga, Angela não perde tempo e embarca no primeiro vôo para um lugar bem longe de Mark, seu agora ex-noivo/namorado.

Chegando em New York, Angela dá-se conta de que não conhece nada nem ninguém no local onde foi parar, e começa a questionar-se se realmente fez a escolha certa ao fugir de seus problemas.

"É a cidade de novos começos. As pessoas vão até Los Angeles para se encontrar; elas vêm para New York para se reinventar."

No hotel onde está hospedada, nossa protagonista acaba conhecendo e virando amiga de Jennifer - ou Jenny -, a recepcionista. Logo de cara já gostei da personagem, que rapidamente tornou-se uma grande amiga de Angela.

Após poucos dias em New York, Angela conhece dois homens apaixonantes e lindos e logo já tem encontros marcados. O primeiro encontro de Angela pós término é com Tyler, um banqueiro incrivelmente charmoso e rico. Já o segundo encontro da protagonista é com Alex, o vocalista de uma banda bem famosa de New York, que mostra-se um fofo desde o primeiro encontro.

Depois de algum tempo já hospedada em New York, Angela acaba conseguindo um emprego em uma revista, onde irá relatar suas experiências - sobre relacionamentos/encontros vividas ultimamente em um site.

Dividida entre dois amores - um banqueiro gato e um vocalista encantador -, Angela terá que fazer escolhas não só amorosas, mas também quanto ao seu emprego e sobre si mesma.

Foi uma leitura bem diferente do que estou acostumada - com uma mulher bem diferente de todas que já conheci através dos livros -, mas ainda assim muito prazerosa e engraçada. Angela é uma daquelas personagens que queremos passar a mão na cabeça em um minuto e, no outro, arrancar os cabelos. É uma ótima leitura para passar o tempo e dar boas risadas!

"Sempre odiei o fato de que as coisas, na maior parte das vezes, parecem um pouco pior, um pouco mais malucas, à noite."

13/04/2018

[Resenha] Namorado de aluguel | Kasie West

Namorado de aluguel

Autor(a): Kasie West
Editora: Verus
Páginas: 252
Resenha por: Larissa
Avaliação: 4/5
Compre: Americanas




Sinopse: Gia Montgomery é uma das garotas mais populares do colégio e tem um nome a zelar. Ela não pode simplesmente aparecer sozinha em pleno baile de formatura. Então, quando se vê sem acompanhante para a festa, Gia é obrigada a tomar medidas drásticas. Como arrumar alguém para se passar por namorado dela assim, de uma hora para outra? Talvez aquele garoto sentado no carro, parecendo tão entretido com um livro, seja a resposta para todos os seus problemas...

Resenha: Gia Montgomery tem uma vida aparentemente perfeita - amigas, popularidade, garotos, beleza -, exceto pelo fato de que, no dia do baile de formatura, ela é deixada pelo seu até então namorado no estacionamento, antes de entrarem no baile. Isso poderia não ser tão ruim, já que ela tem quem quiser aos seus pés, acontece que Jules - a personagem mais chata do planeta -, que entrou por último no seu grupo de amigas, não acredita que ela tem um namorado, já que o namoro é à distância e ela nunca o viu, então o baile seria a prova de que Bradley realmente existe.

Mas Gia não deixaria por isso mesmo... Ela não poderia deixar que suas melhores amigas parassem de acreditar nela para acreditar em Jules, sua amiga da onça, afinal Bradley existia... Então nossa protagonista encontra no estacionamento um menino sentado em um carro lendo um livro, e vê a oportunidade perfeita para o "Bradley" ir ao baile com ela.

Ela fala com o rapaz e, depois de muita insistência, ele topa. O "dublê de Bradley" faz seu papel muito bem e tudo sai como o planejado (ok, nem tanto assim).

Passado o dia do baile, Gia quer muito agradecer o garoto e saber o porquê de ele ter aceitado, mas a única forma de chegar até ele - já que ela não tem seu número nem seu nome - é através da irmã dele, que é sua colega, porém ela não está disposta a deixar que Gia se aproxime do garoto.

Depois de alguns dias chega o momento de Gia devolver o favor que o dublê de Bradley fez à ela - contra a vontade dele -, e Gia acaba aceitando, afinal, ela queria falar com ele, além de que ela deve um favor.

A protagonista amadureceu muito ao longo da estória, o que me deixou bem feliz... Suas amigas são superficiais e idiotas - ela também era, mas pelo menos estava disposta a mudar depois de um tempo. Jules é aquela típica vilã, que faz de tudo para acabar com a vida da protagonista, e eu odiei ela o tempo todo... Quando eu achava que a garota podia mudar, pensar em suas atitudes, ela ia lá e fazia outra merda.

"Raramente encontramos profundidade quando a procuramos dentro de nós mesmos. A profundidade é encontrada no que podemos aprender com as pessoas e as coisas que nos cercam."

Acontecem muitas outras coisas na estória, mas vou deixar para que vocês leiam e descubram. Resumindo, é um daqueles romances leves em que acontecem algumas reviravoltas, mas nada demais; ótimo para passar o tempo. Indico muito a leitura!

"Levanta a cabeça. Tem outros peixes no mar. O oceano é imenso. Às vezes a gente precisa pescar e devolver alguns antes de achar aquele que vale a pena manter. Continue nadando. Só isso."

11/04/2018

[Dica de série] Dark

Olá, livreiras e livreiros! Hoje viemos indicar para vocês uma série que - pelo o que vimos - não foi tão comentada quanto merece, mas que vale muito a pena assistir. Vamos conferir?!

Título: Dark
Lançamento: 2017
Direção: Baran bo Odar / Jantje Friese
Gênero: Drama / Ficção científica / Suspense
Duração: 1 temporada







Sinopse: A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. Suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a ser desvendados.

Minha opinião: A série começa com o suicídio de um personagem - que só mais tarde saberemos de quem se trata realmente - que deixa uma carta ao seu filho, para ser aberta em um dia e horário específicos.


A partir do suicídio citado anteriormente e após a carta ser aberta, coisas estranhas começam a acontecer, como mortes e sumiços de moradores, tudo isso em uma pacata cidadezinha.


O que acontece é que, sobre essas pessoas que estão sumidas, não devemos fazer a pergunta "Onde?", mas sim "Quando?" (fica no ar).

Não podemos dar muitos detalhes sobre a série porque é tudo muito complexo e qualquer coisinha pode acabar sendo um grande spoiler, já que uma coisa leva à outra, mas o que podemos dizer é que o tema principal da série é viagem no tempo.

Assistimos a primeira temporada (a única até agora) inteira em um dia só, e tivemos que nos ajudar para entender tudo, pois é realmente um trama cheia de detalhes que, se passarem despercebidos, não entendemos mais nada.

É, sem dúvidas, uma série muito original e bem trabalhada, o tema "viagem no tempo" foi muito bem explorado. O único porém é que a primeira temporada deixa bastante pontas soltas, fazendo com que a gente crie diversas teorias por conta própria, mas lemos por aí que em breve sai a segunda, então estamos mais tranquilas. Para finalizar, deixamos a seguinte imagem, para atiçar ainda mais a curiosidade de vocês:


09/04/2018

[Resenha] A menina submersa | Caitlín R. Kiernan

A menina submersa

Autor(a): Caitlín R. Kiernan
Editora: Darkside
Páginas: 320
Resenha por: Viviane
Avaliação: 5/5
Compre: Americanas




Sinopse: Com uma narração intrigante, não linear e uma prosa magnífica, Caitlín vai moldando a sua obsessiva personagem. Imp é uma narradora não confiável e que testa o leitor durante toda a viagem, interrompe a si mesma, insere contos que escreveu, pedaços de poesia, descrições de quadros e referências a artistas reais e imaginários durante a narrativa. Ao fazer isso, a autora consegue criar algo inteiramente novo dentro do mundo do horror, da fantasia e do thriller psicológico.

Resenha: "A menina submersa" foi o primeiro livro da editora Darkside que chegou em nossa estante e confesso que comprei pela capa e o detalhe rosa no corte das páginas. Com tudo o que li a respeito da estória, já sabia que seria uma leitura um pouco diferente do que estou acostumada, mas em geral gosto de desafios.

O livro conta a estória de India, ou simplesmente Imp, uma jovem que tem um histórico familiar de esquizofrenia; sua avó e sua mãe cometeram suicídio, e Imp herdou a doença delas. No estágio da doença em que Imp encontra-se, ela começa a datilografar um livro com suas histórias, suas memórias; em momentos é em primeira pessoa em outros, em terceira, como se ela falasse de outra pessoa.

"Imp datilografou: 'Você é uma mentirosa. Você é mentirosa, malvada e suja, e você sabe disso, não sabe?'"

No começo conhecemos um pouco da vida da mãe e avó da protagonista e de coisas que ela fazia com a mãe, como ir a exposições e o conselho da mãe de anotar tudo. Foi em uma exposição que Imp viu pela primeira vez "A Menina Submersa", um quadro de um artista que morreu após cair do cavalo.

Em seguida, nossa protagonista fala do dia em que conheceu Abalyn, sua companheira por alguns anos.

Imp gostava de contos de fadas, "A pequena sereia" era seu favorito, mas "Chapeuzinho vermelho" lhe dava calafrios, pois a imagem do lobo a fazia lembrar da maldade dos homens.

Conforme Imp vai narrando suas vivências, ficamos na dúvida do que foi real e do que aconteceu só no imaginário da garota. O tempo também é outro ponto que deixa dúvidas, pois nem a própria narradora consegue manter uma linha temporal ou ter certeza da realidade dos fatos narrados.

"Quer dizer, se é que essa conversa realmente aconteceu. Quase parece que sim, quase, mas um monte de lembranças minhas são falsas, por isso nunca posso ter certeza, de um jeito ou de outro. Muitas das minhas lembranças mais interessantes parecem nunca ter acontecido."

Imp leva uma vida muito humilde, mas mesmo assim acolhe Abalyn em seu lar. Abalyn é uma resenhista de jogos de vídeo game e transsexual; Imp já deixa claro no início que é homossexual, mas isso tudo é descrito de forma muito natural e sem pudores.

Quando Imp começa a contar suas histórias de fantasmas, confesso que comecei a sentir um pouco de medo, como na ocasião em que ela saiu de carro e encontrou uma mulher nua, parada na beira da rodovia. A mulher era Eva Canning, e esta não seria a única vez que a mulher misteriosa cruzaria o seu caminho. E foi após o primeiro encontro que os sonhos, ou pesadelos, começaram.

Nos sonhos Imp descreve seus fantasmas, coisas que a assustam na vida real, mas que nos sonhos ganham outras proporções.

"Algumas vezes, pessoas assombradas chegam a um ponto no qual conseguem afastar os fantasmas ou os fantasmas as destroem."

Como mencionei antes, Imp ainda encontraria Eva várias vezes; parece que a mulher passou a "perseguir" Imp. Primeiro a moça vê Eva parada no meio da calçada, a encarando, depois, devido a fixação que ela tem pelo quadro da Menina Submersa, ela foge de Abalyn e vai até o museu, lá ela ouve a voz de Eva em sua cabeça e, logo após, dá de cara com a mulher. Elas têm uma conversa bem estranha, inclusive sobre o artista que pintou o quadro, o que traz ainda mais mistério ao livro.

A partir daí, Imp escreve várias teorias sobre quem seria Eva: um monstro, um lobisomem, uma sereia... Enfim, a mulher torna-se cada vez mais presente na vida da jovem. Pareceu-me que cada vez que Imp escrevia sobre um fantasma, era sua forma de livrar-se dele.

"Eu os tranquei dentro de uma história da qual eles não podem sair para me prejudicar. Eu os exorcizei."

Foi uma leitura lenta, difícil, mas muito enriquecedora. Em alguns momentos fluía bem, em outros eu precisava voltar e reler algumas vezes a mesma frase. Foi uma experiência fascinante estar na cabeça da Imp e de seus fantasmas particulares. No decorrer do livro tem diversas citações de nomes de pessoas e artistas, que precisei pesquisar, pois não conhecia; alguns reais, outros criados pela escritora.